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Não só o que me apetece, mas quando me apetece e sobre o que me apetecer! Tenho dito!... E vou continuar a dizer!
... Quando te deitas de consciência tranquila, sabendo que no dia que então termina deste sempre o melhor de ti;
... Quando prioritizas tudo o que compõe a tua vida e o teu núcleo duro familiar vem antes de qualquer outra coisa, protegido de todas e quaisquer influências nefastas;
... Quando olhas para o teu marido e filho (o núcleo duro) e sentes que é ali que pertences;
... Quando estás a começar um novo ano laboral e sentes que «ESTE É O ANO!!», apesar de todos os indicadores apontarem em sentido contrário;
... Quando te sentes bem na tua pele, seja em que circunstância for;
... Quando és verdadeira contigo e com os outros e eles te devolvem essa relação pura;
... Quando não desperdiças energias a remoer em temas que não te dizem respeito, e sabes em que circunstâncias deves «passar à frente, que atrás vem gente».
Pode não estar tudo perfeito, mas a perfeição acaba por ser aborrecida.
O que são vidas sem objetivos? Uma monotonia.
Verdade que poderíamos ter que batalhar menos, sofrer menos, fazer menos contas e, sobretudo, termos que entregar tanto do nosso tempo ao ganha-pão para depois termos quase ou nenhuma energia para a vida familiar.
Mas é preciso encontrar a felicidade no que se tem.
E, para isso, é preciso procurá-la primeiro dentro de nós, para com ela contagiarmos tudo o que nos rodeia.
E, por isso, é natural que quem semeie ventos, colha tempestades.
Para mim, nada melhor do que me centrar no que é importante.
E importante é saber que está tudo bem.... Ou que vai ficar.
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