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Não só o que me apetece, mas quando me apetece e sobre o que me apetecer! Tenho dito!... E vou continuar a dizer!
A vida é puta.
E quando digo isto não estou a falar da mui nobre e mais antiga profissão do mundo, que nalguns países até já foi liberalizada. Falo de putice, assim mesmo, com todas as letras.
Por vezes a vida nada mais é que uma sequência de putices seguidas que, nas tramas de uma grande canalhice, apanha tudo e todos. Sem exceção.
E, no que concerne a filhas de putices, encerro aqui o capítulo, pois que já dissemos tudo o que tínhamos a dizer. E, digasse em abono da verdade, nem vale a pena perder mais tempo com isso.
De amiga para amigo: custou-me mais esta despedida laboral. As amizades não saem beliscadas mas saem, e em muito, prejudicadas. Sei que estarás sempre à distância de um telefonema mas ainda assim...
Discutimos muitas vezes, pegámo-nos a valer e ainda cá estamos.
Porquê?, perguntas tu: porque somos farinha do mesmo saco.
Somos impulsivos, impertinentes, defensores das nossas ideias e dos nossos amigos. E quando duas personalidades fortes como as nossas se chocam, o resultado não é sequer um acidente em cadeia, porque até aqui somos parecidos: os problemas são entre nós, nós resolvemos!!
És o amigo que perde a hora de almoço para andar comigo a «bater» FNAC's à procura de um CD com as músicas do Vasco do Oceanário só porque queres que o encontre e faça o meu filho feliz.
O colega com o ar alucinado e cabelo à surfista que soube conquistar a minha amizade e respeito. E que quando cortava o cabelo nem parecia o mesmo.
Repartiram a nossa equipa e ainda assim permanecemos unidos. Mesmo que não tenha aparecido em nenhum dos convívios que foram fazendo, sempre soubeste entender os porquês e aceitá-los, sem cobrar.
Obrigada por seres meu amigo. São pessoas como tu que fazem a minha vida mais rica.
São palavras como as que me disseste hoje que me fazem recuperar a vontade de lutar e a força que julgava a desvanecer.
E, por isso, te dedico as minhas primeiras palavras depois de um período de vontade de nada...
Uma vez mais, muito obrigada... Slice.
v.t e v.i.
1. Adiar para depois; fazer mais tarde;
2. Prorrogar para outro dia;
3. Usar de delongas; adiar de forma indefinida.
(Etm. do latim: procrastinare)
(in http://www.lexico.pt/procrastinar/)
Sim… Tenho-me limitado a listar os temas acerca dos quais pretendo escrever.
A lista já vai longa… Tal como a falta de inspiração para o fazer.
São estes dias cinzentos: só dão vontade de fazer coisa nenhuma enquanto lá fora chove….
Prometo que este fim de semana respondo a todos os comentários que têm feito aqui e no blog do Salvador... JURO!!
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